E nem só de flores vive-se essa vida...
Ontem, foi um dos dias mais terríveis da minha vida.
Para quem não sabe, sou de São Paulo, Capital. Moro numa região central, relativamente bem localizada teoricamente seguro. Moro ao lado de uma delegacia.
Mas a gente não vive trancada em casa, não é mesmo? E eu, linda e feliz, após um almoço de domingo bem agradável, eu sofri a violência que sempre vemos na TV.
Ao voltar para casa, após deixar minha mãe em casa, fui abordada num semáforo e tive meu vidro quebrado, bolsa roubada e um trauma para cicratizar com o tempo.
Isso ocorreu no cruzamento da Teixeira Leite X Barão de Iguape as 16:50 da tarde. Durante o dia.
Sabe aquela coisa que você nunca acha que poderia acontecer com você? Pois é, aconteceu comigo. Nunca dirijo distraída, nunca deixo a bolsa do lado do passageiro, nunca dou mole nos semáforos. Dessa vez, por ironia do destino, fui relapsa. (o que não justifica a falta de segurança). Eu estava feliz, recordando o almoço, ouvindo uma música bacana, aproveitando o momento.
Num segundo minha felicidade se foi... Eu instintivamente reagi, tentei puxar a bolsa de volta, acabei com pequenos cortes na mão.
No fim, meninas, ficou a lição. Além de uma grande gratidão à Deus por ainda estar viva, sem nenhum dano físico, ficam apenas as feridas emocionais.
Dando tempo ao tempo elas hão de cicatrizar!










